quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Oficina Virtual de Literatura Africana

  Laíza Verçosa cursa Letras na UFRJ e é estagiária na ETE Juscelino Kubitschek em jardim América



  












         Acabo de concluir a leitura do texto dramático de Aldri Anunciação, "Namíbia, não!"

     O autor baiano escreveu o livro entre 2008 e 2009, mas foi em 2011 que ele foi finalmente encenado, com direção de Lázaro Ramos.

     Em uma manhã de 2016, uma medida provisória do governo brasileiro determina que todo cidadão de "melanina acentuada" deverá ser capturado e enviado de volta a um país da África, como forma de reparação social.

       Tudo acontece em um ato e treze cenas dentro de um apartamento em que dois primos se mantém "seguros", refletindo sobre o retorno compulsório. Além de suscitar reflexões sobre a questão da identidade negra brasileira, dos "pardos (?)", das políticas afirmativas no país, Aldri toca ainda em pontos críticos da política internacional em relação às conquistas e problemas persistentes no continente africano. Tudo isso sem deixar de lado os dramas pessoais resultantes da nossa cruel (ou esquizofrênica?) conjuntura social, por sua vez, resultante de séculos de exploração.


       Recomendo.

               
Foto: Acabo de concluir a leitura do texto dramático de Aldri Anunciação, "Namíbia, não!"
O autor baiano escreveu o livro entre 2008 e 2009, mas foi em 2011 que ele foi finalmente encenado, com direção de Lázaro Ramos. 
Em uma manhã de 2016, uma medida provisória do governo brasileiro determina que todo cidadão de "melanina acentuada" deverá ser capturado e enviado de volta a um país da África, como forma de reparação social.
Tudo acontece em um ato e treze cenas dentro de um apartamento em que dois primos se mantém "seguros", refletindo sobre o retorno compulsório. Além de suscitar reflexões sobre a questão da identidade negra brasileira, dos "pardos (?)", das políticas  afirmativas no país, Aldri toca ainda em pontos críticos da política internacional em relação às conquistas e problemas persistentes no continente africano. Tudo isso sem deixar de lado os dramas pessoais resultantes da nossa cruel (ou esquizofrênica?) conjuntura social, por sua vez, resultante de séculos de exploração. 
Recomendo.
  


     É desta maneira que resolvi apresentar nossa Oficina Virtual de Literatura Africana a todos que já estão inseridos na mesma ou que desejam juntar-se a nós, com a simpatia do comentário desta menina de ouro que é minha fiel escudeira e estagiária, Laíza Verçosa.
 Desde Julho já estamos lendo o livro. Para participar basta adquirir o livro conosco, e através de email e facebook  e este blog (portanto é bom ser seguidor) para que fique por dentro do que vai acontecendo em relação à oficina. 
      Maiores informações pelo email elineide.educacaodigitaljk@gmail.com 
     Para aguçar vossa curiosidade sobre o livro e a peça, seguem dois vídeos.
     Abraços.
      Elineide Melo.




  






 






  Família que lê unida, permanece unida: Luís Rafael, Elineide Melo e Josieli Maria em momento único.

6 comentários:

Professora: Flora disse...

Iniciei a leitura de "Namíbia, não!" e estou gostando muito. Pena não ter visto a peça em 2011. Elineide, ótima escolha! Parabéns!
Flora

Georgia disse...

O blog está lindo e a postagem caprichada. Deu vontade de começar a ler agora mesmo!

Literatura ETEJK online disse...

Muito obrigada a Geórgia e Flora que sempre prestigiam este trabalho de formiguinha teimosa...

Leda Maria disse...

Estou feliz por ter a oportunidade de participar do blog. Lembro dos bons momentos que tivemos juntas no Projeto Africa de Todos Nos.
Leda

Literatura ETEJK online disse...

Leda, o projeto mudou o nome, Brasil DiVerso, mas espero você no JK no dia da culminância, 16 de setembro. Breve postarei a programação. Beijos.

Anônimo disse...

Amiga Laís, não creio que esteja tão pertinho de mim!! Menina, trabalho aqui na EM Herbert Moses, atrás do JK!! Venha me visitar!! Lembra de mim? Bárbara, da UFRJ?? Mts bjs!! e parabéns, vc está linda!!