quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Bons sonhos, Ondjaki


 Eu sei  a capacidade que o tempo tem de melhorar ou piorar as pessoas dependendo das experiências boas ou más que as mesmas passam. Mas sei também da  sua capacidade de tirar dos piores ou melhores momentos, lições positivas desses acontecimentos. Acho mesmo que pessoas que em tenra idade passam por certas privações ou situações inóspitas e adversas tem um  “quê” a mais na sua maneira de ver a vida e ao enfrentar seus  problemas .
Ondjaki para mim, é uma dessas pessoas. Fiquei embevecida com sua educação, paciência e bom humor ao encontrá-lo pela primeira vez nesta escola onde trabalho, Escola Técnica Estadual Juscelino Kubitschek em Jardim América, Rio de Janeiro. Não que o imaginasse mal educado, intolerante ou mal humorado, mas com tanta doçura, confesso, me surpreendi...
Apesar de se dizer tímido, o que é verdade, sabe disfarçar isto muito bem, não fosse o cigarro, detalhe acusador de quem guarda uma certa ansiedade, depois que está sob o olhar da plateia ou do público, tudo poderia dizer-se desse homem, menos que é tímido... O escritor suplanta o homem, o criador, falando de sua ou suas criaturas, cresce e aparece.  Ocupa o lugar onde está e a atenção de todos com uma desenvoltura que só aqueles dotados de uma presença forte capaz de calar e se fazer ouvir, possuem.
Ondjaki não é  uma promessa de grande escritor africano de língua portuguesa, isso ele já foi.  Ndalu de Almeida é um    dos maiores escritores angolanos que eu conheço e prevendo todo o sucesso da sua verve criadora que ainda virá, eu só espero poder encontrar-me com ele em outras oportunidades futuras e mesmo sendo daqui a um, dez ou mais anos, eu possa    encontrar em seus olhos a mesma doçura e confiança  que a gente só espera encontrar, em quem a gente quer bem perto de nós.  A vida pode ser bem dura , mas para a  alquimia de palavras e ideias de um escritor, solidez é apenas um estado físico.
Muito obrigada e bons sonhos Ondjaki.
                          Elineide Melo

Dividindo ideias e cores.

Na Sala de Literatura do JK.

Turma 210 atenta.

À vontade...

Contando histórias.

 Sandra, Edson, Abadia, Neide, Julião, Lizete, Kátia, Joana e tantos outros: Muito Obrigada!
Recebendo presentes da diretora Maryane.
Certificado de participação pelas mãos da diretora Daiane.
Autografando para Joana.
Dedicação exclusiva com direito a desenhos.
Leda sempre presente.
Douglas, Turma 131 fez questão da foto.
Criador e criatura.
 Ondjaki, Alexsandra, Josieli e diretora Maryane. Todos em ótimas companhias.
Mais autógrafos para mais fãs do escritor.
Precisa dizer mais?
Sapo Fidel e pirilampos.
Diretor Maicon presente através da sua bicicleta: obrigada pelo empréstimo.                                                                    
        

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